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  1. Com nova estratégia, Grupo PSA amplia ganhos no 1º semestre Companhia inicia plano Push to Pass e alcança lucro líquido de € 1,38 bilhão REDAÇÃO AB O Grupo PSA anuncia seu primeiro balanço financeiro desde o anúncio do plano estratégico Push to Pass, feito em abril com foco em melhorar o desempenho e buscar crescimento rentável (clique aqui). Os resultados indicam que o programa começou bem. No primeiro semestre a companhia quase dobrou seu lucro líquido, que chegou a € 1,38 bilhão com alta de 92% sobre o mesmo período de 2015. O faturamento global da montadora permaneceu praticamente estável no primeiro semestre na comparação com o registrado há um ano, com queda inferior a 1% para € 27,7 bilhões. Ainda assim, a empresa conseguiu melhorar a rentabilidade ao reduzir custos. A performance operacional, que inclui apenas o resultado da atividade principal da companhia, melhorou 55,9%, para € 1,62 bilhão. Segundo a empresa, o bom resultado é reflexo do volume de vendas, com 1,54 milhão de veículos entregues globalmente. Foram negociados 891,3 mil unidades da marca Peugeot, com alta de 0,5%, 600,9 mil veículos da Citroën, com queda de 1%, e 51,9 mil carros da linha premium DS, que representa baixa de 2,9%. A maior parte das vendas aconteceram na Europa, que absorveu mais de 1 milhão de unidades e cresceu 7,3%. Caíram as entregas na Ásia, para 297 mil carros, no Oriente Médio, para 87 mil licenciamentos, e na região Índia e Pacífico, com apenas 10 mil veículos. Na Eurásia os negócios continuaram estáveis, com 5 mil emplacamentos. Ao contrário do que era esperado, a crise não fez o volume de vendas do Grupo diminuir na América Latina. Com novos produtos e ofensiva na área de distribuição, a companhia aumentou em 16,4% os negócios na região, para 88 mil carros. O Grupo PSA também destaca ter reduzido os custos fixos na operação local. PERSPECTIVAS A empresa traça panorama de crescimento do mercado europeu da ordem de 4% em 2016. Na China a expansão deve chegar a 8%. Enquanto isso, América Latina e Rússia tendem a encerrar o ano com queda no mercado de veículos de 12% e 15%, respectivamente. A companhia reforça os objetivos anunciados no plano Push to Pass, incluindo a meta de ampliar em 10% o faturamento entre 2015 e 2018. FONTE: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/24348/com-nova-estrategia-grupo-psa-amplia-ganhos-no-1o-semestre
  2. Peugeot espera voltar a crescer no Brasil Após reestruturação, marca projeta retomar vendas em 2016 PEDRO KUTNEY, AB Ana Theresa Borsari, de volta ao Brasil para conduzir a Peugeot em novo posicionamento Quando deixou a direção de marketing daPeugeot do Brasil para trabalhar na sede da empresa na França, em 2010, Ana Theresa Borsari via uma marca bem estabelecida no mercado brasileiro e o horizonte era de crescimento. Seis anos depois, no fim de 2015 ela voltou para ser a primeira brasileira (e mulher) a assumir a direção geral da Peugeot no País, mas em momento oposto, após três anos de quedas substanciais de vendas e um forte processo de reestruturação que cortou custos, empregos e reformulou por completo os produtos e concessionários da marca. “O cenário da economia e do setor automotivo aqui nos próximos meses e anos não é bom. Mas estamos melhor preparados para enfrentar a situação, porque entramos nessa batalha com as melhores armas possíveis. Hoje temos a gama mais moderna e jovem da nossa história. Além disso fizemos uma grande reestruturação da rede, o que nos permite ter um modelo de negócio rentável. Por isso temos chances de voltar a crescer”, afirma Ana Theresa, três meses após assumir seu novo posto nos escritórios da PSA Peugeot Citroën em São Paulo. As vendas da Peugeot no Brasil caíram 20% em 2013, 30% em 2014 e 34% em 2015 (sempre na comparação com o ano anterior). Com isso, perdeu participação, que caiu para apenas 1% no ano passado e empurrou a marca para a 13ª posição entre as mais vendidas no País, com 26,7 mil unidades emplacadas. A perda de volumes e market share já era esperada, é atribuída ao reposicionamento de produtos da Peugeot, que deixou de produzir carros no segmento de entrada, onde se concentram algo como 60% dos negócios no mercado brasileiro. Ao mesmo tempo, houve profundas mudanças na rede, com fechamento de concessionárias e abertura de outras, com novos grupos empresariais, para trabalhar sob novo conceito, tentando trazer a Peugeot para o lado premium do balcão. Uma das ações para aumentar a eficiência dos pontos de venda é a adoção no Brasil, como já acontece na Europa, do modelo “Y”, em que lojas das duas marcas do grupo PSA, Peugeot e Citroën, ficam lado a lado e compartilham o mesmo setor administrativo e oficinas. Essa solução já começa a ser vista este ano em cidades brasileiras e esta semana será inaugurada uma concessionária no Rio de Janeiro com a nova configuração, que sintomaticamente pertence ao Grupo SHC, do empresário Sérgio Habib, que já foi presidente da Citroën no País e construiu a imagem premium da marca por aqui. “Esse é um modelo já uma realidade mundial no grupo, para utilizar a sinergia de custos de estrutura. Nos locais onde essa estratégia for viável vamos fazer”, diz Ana Theresa. RECUPERAÇÃO Nesse intervalo de ações dos últimos anos, contudo, perderam-se muitas vendas, com o objetivo de, mais adiante, recuperar rentabilidade e eficiência dos negócios. Ana Theresa destaca que ainda deve levar algum tempo para começar a aproveitar o restabelecimento da saúde da Peugeot após tantos remédios amargos, mas no horizonte ela já enxerga a volta do crescimento. “Hoje temos uma gama premium que entrega qualidade diferenciada a nossos clientes, por isso tenho certeza que a nossa retomada de participação de mercado vai acabar acontecendo. A perspectiva da marca para este ano é de crescimento, mesmo nesse cenário difícil, porque temos produtos novos, recém-lançados, estamos na fase de construção de volumes desses modelos”, diz a executiva. Veja abaixo a entrevista exclusiva de Ana Theresa Borsari a ABTV: LINK: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/23304/peugeot-espera-voltar-a-crescer-no-brasil
  3. Estou realmente preocupado com a situação da Peugeot no Brasil. Honestamente, não sei o quão difícil é liderar uma empresa que e filial, mas as coisas estão ficando complicadas. Deixo aqui três matérias, pra quem quiser: http://carplace.uol.com.br/veja-a-lista-dos-50-automoveis-e-comerciais-leves-mais-vendidos-em-outubro/ Nesta, dá pra ver que o 2008, o 47º carro mais vendido do país, vendeu menos que todos os seus concorrentes diretos, e, na verdade, dos 50 carros mais vendidos do país, só conseguiu ganhar de um outro SUV, o Mitsubishi Outlander. Isso, num carro que acabou de chegar ao mercado e carrega o fator novidade em seu favor. Sim, lançaram o THP só com câmbio manual, mas ainda assim, ele é bem equipado e só recebe elogios da imprensa especializada. JEEP RENEGADE - 5.623 HONDA HR-V - 5.448 RENAULT DUSTER - 3.053 FORD ECOSPORT - 2.333 CHEVROLET TRACKER - 1.074 HYUNDAI IX35 - 877 PEUGEOT 2008 - 717 MITSUBISHI OUTLANDER - 688 http://carplace.uol.com.br/sedas-medios-civic-despenca-e-fluence-se-recupera-nas-vendas-de-outubro/ Apesar do título, o que me impressionou nesta notícia foi a pífia venda do 408 mesmo a Peugeot praticando descontos de até 26% sobre o preço de tabela. Eu esperava que, com o mês cheio do desconto, Outubro, as vendas fossem pelo menos chegar a umas 500 unidades. Sério, isso é mais de 10 vezes menos o que o Corolla vende. Mas não. Nem isso. http://carplace.uol.com.br/hatches-compactos-fit-lidera-e-208-tem-recorde-negativo-em-outubro/ Essa, já mostra que o 208, apesar de sabermos que possivelmente teve as vendas afetadas pelo lançamento do 2008, não justifica um volume tão baixo de vendas. E se desconsiderarmos os chineses, o Fiat 500, que é um carro de nicho, e o VW Polo, que deixou de ser fabricado, podemos considerar o 208 o último colocado em vendas em seu segmento. E não só último, mas ele vende a metade do penúltimo. Que, aliás, é o C3, um carro montado sobre a mesma plataforma. E olha que o 208 já ganhou vários comparativos do C3. Pra mim, o grande ponto é: A PEUGEOT NÃO TEM MAIS NADA A PERDER! Ela não disputa nada com ninguém. Está isolada em último colocado em QUASE TODOS os segmentos. Por que não existe um plano audacioso pra que algo mude? Grandes viradas acontecem nessa situação, mas a impressão que eu tenho é que a diretoria da Peugeot no Brasil é uma panela que já esteve quente e agora está em cima da pia, e a água está esfriando, evaporando e uma hora não vai restar nada lá dentro.
  4. Peugeot 208 BlueHDi 75 faz 50 km/litro e é o carro não híbrido mais limpo Muito se fala no escândalo do diesel envolvendo a Volkswagen e a verdade por trás da aposta europeia no óleo combustível como alternativa. Mesmo assim, como também se sabe, a tecnologia SCR (Redução Catalítica Seletiva) permite reduzir os níveis de NOx ao patamar estabelecido por lei. Como a PSA já havia dado o primeiro passo na introdução da tecnologia em escala mais ampla e prometendo agora testar as emissões no mundo real, o resultado não poderia tardar. O Peugeot 208 BlueHDi 75 se torna o carro não híbrido com menor emissão do mercado mundial. Disponível no Reino Unido, o Peugeot 208 BlueHDi 75 utiliza um motor diesel 1.6 BlueHDi com 75 cv e sistema Start&Stop. Com transmissão manual de cinco marchas, o hatch francês emite 79 g/km de CO2, um nível muito abaixo dos demais carros diesel ou gasolina, bem como até de alguns híbridos. Com consumo médio de 50 km/litro (!), o Peugeot 208 BlueHDi 75 pode rodar 2.152 km com apenas um tanque de apenas 43 litros. Isso significa que um londrino pode em teoria alcançar Ibiza ou Granada no sul da Espanha ou mesmo Nápoles, na Itália, sem reabastecer. Isso sem contar o trecho não rodado do Eurotunnel. No Brasil, daria para ir de São Paulo à Aracaju non-stop. O preço no Reino Unido é de £ 14.995. FONTE: http://www.noticiasautomotivas.com.br/peugeot-208-bluehdi75-faz-50-kmlitro-e-e-o-carro-nao-hibrido-mais-limpo/ 50 km por litro????? Será que é possível?????
  5. A analogia é antiga. O urso entra num acampamento atraído pelo cheiro do que está na panela. Ao encontrar a panela no fogo, ele a pega e abraça contra si. Ao sentir as queimaduras, pensa que é alguém ou algo tentando inibi-lo de segurar a penela e, como uma forma de vencer esta “força oculta”, ela abraça a panela ainda mais forte, agravando as queimaduras. Pois bem, muitas vezes, as empresas agem desta maneira e agarram-se a comportamentos que acreditam ser melhores para atingir seus resultados. Quando os resultados são aquém do planejado, tais empresas muitas vezes agarram a panela quente com ainda mais força, ou seja, se comprometem ainda mais em manter estes mesmos comportamentos que prejudicam seus resultados. Um caso que gostaria de citar é o do grupo PSA, responsável pelas marcas Peugeot e Citroen, no Brasil. Recentemente, adquiri, pela primeira vez, um Peugeot. Não foi novo, mas um seminovo, mesmo sob protestos de um amigo que é dono de agência de carros usados, que argumenta que este carro seria de difícil revenda, e ele está absolutamente certo. Este, de fato, é o primeiro ponto importante, pois eu comecei a procurar um carro pensando no que ele oferece em termos de equipamento e desempenho e, claro, que estivesse dentro do meu orçamento. Cheguei a dois modelos que me atenderiam: a dupla Peugeot 308 e 408 THP, e acabei adquirindo um exemplar deste último. Isso, de cara, já me mostra que a desvalorização da Peugeot é, de fato, maior pois não existe qualquer modelo no país que chegue perto destes dois Peugeots em termos de desempenho, equipamento e beleza pelo preço que são encontrados hoje como modelos 2014 ou 2013. Pois bem, acabei dando o azar de o termômetro da água de arrefecimento do motor do meu carro parar de funcionar, o que fez com que ele tivesse que ficar parado por um tempo maior do que eu gostaria, aguardando a tal peça. E aí, veio a primeira experiência de pós-venda com a Peugeot. Ambas as oficinas que diagnosticaram o problema foram unânimes em informar que não se encontra peças Peugeot no mercado paralelo, apenas de concessionárias Peugeot. Isso, pra mim, é a primeira panela quente que o urso (Peugeot) está abraçando. Provavelmente, esta deliberação vem como forma de agradar aos donos de concessionárias da marca, sob o pretexto absolutamente fantasioso de que, assim, se conseguiria manter um padrão maior de prestação de serviço aos donos. Enfim, balela. O motivo real é que, assim, as concessionárias terão mais lucro com a venda de peças. Dizer que apenas concessionárias Peugeot sejam capazes de prestar um serviço de qualidade superior é, ao mesmo tempo, dizer que não existe capacidade técnica no resto dos centros automotivos do Brasil de prestar um serviço de qualidade, o que é absolutamente falso. Existem centros automotivos no Brasil capazes de prestar serviço para marcas com grau de qualidade muito maior que a Peugeot. Por que os Peugeots seriam tão especiais assim? Talvez, quase todas as marcas invistam na forma errada para tentar reverter os motivos emocionais/culturais que levam as pessoas a não comprar um carro de suas marcas. Eu vi a Peugeot, por exemplo, numa primeira fase, tentando informar às pessoas de que seus carros não eram importados, e, sim, fabricados no Brasil. Ora, o Hyundai i30 era importado, e isso não o impediu de ser um dos hatches médios mais vendidos no início da década. Depois disso, a Peugeot tentou mostrar às pessoas que as manutenções de seus carros eram tão ou mais baratas que a concorrência, fixando preços para as revisões, e vale ressaltar que ela foi uma das últimas a fazer isso. O meu ponto é que uma boa parte das pessoas que compram um 0 km acabam trocando de carro assim que o período de garantia acaba. E é nessa hora que o preço da revisão tabelado serve pra pouca coisa. Quando a garantia acaba, todo mundo acaba procurando suas oficinas de confiança para realizar a manutenção de seus veículos, ao invés de uma concessionária, pois, sabidamente, estas cobram mais por peças e mão de obra. Funciona muito bem com qualquer marca, e deveria funcionar tão bem quanto com a Peugeot. A crise e a troca da diretoria geral da marca no Brasil recentemente são oportunidades imperdíveis para implementar mudanças no pós venda que, a meu ver, melhorariam a situação da marca num prazo de 5 a 10 anos, a saber: 1- Formação de uma ampla rede de manutenção de veículos da marca, formando oficinas já existentes e liberando a comercialização de peças Peugeot no mercado paralelo. Isso fará com que as manutenções pós-garantia sejam mais baratas. Assim, a percepção de que manutenção de Peugeot é tão barata quanto as demais será real, e não apenas porque está sendo anunciado numa revista especializada. Além disso, baratear o custo pós-garantia traz o benefício de que as peças possam ser adquiridas mais rapidamente, e diminuam a sensação de manutenção difícil pelos clientes. Isso fará com que, com o tempo, a desvalorização dos Peugeots diminua. Diminuindo a desvalorização dos Peugeots fará com que as pessoas se sintam mais abertas a adquirir um veículo novo da marca, e aí está o benefício em retorno para as concessionárias e para a marca. Liberar a venda de peças no mercado paralelo, a meu ver, é crucial para o sucesso da marca no país. 2- Utilizar o mesmo esquema de desconto para as concessionárias utilizadas por Toyota e Honda. Isto serve para reter o valor dos carros ainda durante o período da garantia, o que também é muito importante. A Peugeot, assim como todas as marcas do país, provavelmente procedem da mesma maneira em relação à concessão de descontos para seus concessionários: ganha mais desconto quem vende mais. Por que, então, Toyota e Honda estão sempre no topo da lista dos segmentos em que competem, mesmo tendo produtos que possuem menos equipamentos? Será que eles performam tão melhor assim que os demais? Mais caros, com certeza eles são. Se você pegar um Toyota Corolla de mesmo valor de um Peugeot 408 THP, provavelmente o Toyota terá vidro elétrico como opcional, de tão mal equipados que estes carros são. Chega a ser ridículo. Pois bem, a Toyota e a Honda implementaram um esquema de concessão de descontos para os concessionários que não leva em consideração quantos carros são vendidos por eles, mas qual é a nota que os clientes dão para toda e qualquer solicitação de serviço realizado nelas. Quanto mais bem avaliada pelo cliente, mais desconto a concessionária recebe. É uma mudança de cultura muito grande. A Toyota, no início do século, decidiu que sua meta era se tornar a maior montadora do mundo. Após os escândalos dos pedais que se prendiam e provocavam aceleração involuntária dos carros, o próprio presidente da empresa veio a público assumir que a Toyota assumiu uma postura diferente da cultura na qual a empresa foi baseada, e que voltaria às suas origens, pois havia parado de dar prioridade máxima à qualidade, para beneficiar as ações que aumentassem o volume de venda. 3- Assumir uma posição de comunicação mais efetiva com seus clientes. Por que a Peugeot não tem um representante ativo dentro do Clube Peugeot? Como a Peugeot está ouvindo seus clientes, ou não está? Por que, diversos posts no facebook da empresa não são respondidos? Acabei de sair de uma empresa que tinha como missão “Ser uma empresa admirada”. O primeiro valor desta empresa é a “Valorização do cliente”, e isso está em todos os corredores, escadas, ambientes, salas de reunião, para que ninguém se esqueça. A empresa é inteira voltada para promover ao cliente uma experiência de excelência. Só a admiração do cliente cria a fidelização, e só a fidelização traz o lucro a longo prazo. Pois bem, estas são as minhas impressões do lado do cliente e, humildemente, minhas sugestões para que a empresa progrida no Brasil. É meio triste você ver um amigo dizer que o 408 é ótimo, o que ferra é a Peugeot. De fato, a gama atual é excelente para o padrão Brasil. O que ferra é este tratamento dado pela Peugeot aos clientes, segurando panelas quentes que aparentemente servem para beneficiar concessionárias, quando, na verdade, faz com que levem menos clientes a elas. Por fim, desejo muito sucesso à nova diretora geral da Peugeot no Brasil, Ana Theresa Borsari, nessa nova e difícil empreitada.
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