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  1. PSA Peugeot Citroën sai do vermelho e conclui reestruturação financeira Grupo supera expectativas e alcança saúde econômica antes do previsto REDAÇÃO AB Carlos Tavares, presidente global da PSA, durante a apresentação do balanço financeiro No fechamento de seu balanço financeiro para 2015 a PSA Peugeot Citroën registra lucro líquido de € 1,2 bilhão, revertendo o prejuízo de € 550 milhões no ano anterior. Na mesma base de comparação, o faturamento do grupo passou de € 53,3 bilhões para € 56,3 bilhões, sendo a divisão automotiva responsável por € 37,5 bilhões, alta de 4%, graças a política de aumento de preços líquidos, mix de produtos e o efeito de volume de venda maior, além do impacto favorável do câmbio. Em nota, o presidente mundial do Grupo PSA, Carlos Tavares, comemora os resultados e anuncia a conclusão antecipada do plano dereestruturação financeira da empresa instaurado em abril de 2014 (leia aqui). “Realizamos nosso plano em tempo recorde graças à mobilização de toda a empresa e de seus parceiros. Saúdo esta vitória coletiva que nos traz de volta à corrida e demonstra todo o potencial da PSA. Num contexto internacional instável, a agilidade e a excelência operacional são as chaves do sucesso. Saberemos nos apoiar nessas forças para executar o nosso próximo plano de crescimento rentável”, declarou durante a apresentação do balanço na quarta-feira, 24, em Paris, na França. Em seu relatório, a empresa informa que frente à antecipação dos resultados divulgará no próximo 5 de abril um novo plano estratégico de crescimento rentável e que com a conclusão da reconstrução econômica neste ano não haverá distribuição de dividendos relativos ao exercício de 2015. Já a partir do exercício de 2016, será apresentada uma política de dividendos alinhada com as práticas do setor. A empresa superou todos os seus objetivos. Para o fluxo de caixa operacional, que o grupo previa alcançar € 2 bilhões entre 2015 e 2017, registrou € 3,8 bilhões em 2015, excluindo as despesas da reestruturação e outros itens extraordinários. A PSA também tinha o objetivo de atingir margem operacional de 2% na divisão automotiva até 2018 e de 5% no médio prazo, entre 2019 a 2023, mas obteve os 5% já em 2015. O lucro operacional do Banco PSA chegou a € 514 milhões, € 177 milhões acima do resultado do ano anterior. Segundo a empresa, a parceria estratégica com o Santander proporcionou ao grupo condições competitivas de refinanciamento. Por sua vez, a Faurecia, divisão de autopeças, elevou seu lucro para € 830 milhões, € 235 milhões a mais na comparação com 2014. No fim de dezembro de 2015, o nível total dos estoques era de 350 mil veículos (incluindo a rede de distribuição), apresentando um aumento de 11 mil veículos na comparação com dezembro de 2014. No ano passado, as vendas globais da PSA Peugeot Citroën fecharam com crescimento de 1,2% (leia aqui). FONTE: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/23492/psa-peugeot-citroen-sai-do-vermelho-e-conclui-reestruturacao-financeira
  2. A baixa nas vendas de carros na América Latina, onde o Brasil tem o maior mercado, pode levar a região a perder oportunidades de investimento ou ter produtos menos modernos, disse o presidente-executivo da PSA Peugeot Citroën, Carlos Tavares, na última quinta-feira (2), no Salão de Paris. O português, que assumiu o comando mundial do grupo neste ano, ainda em meio a uma grave crise, reforçou a necessidade de compromisso com a rentabilidade. “Não há uma data específica (para novos investimentos). Há um fluxo de projetos, carros novos, tecnologias novas, oportunidades novas”, explicou. Tavares disse que já foi aprovada uma estratégia para o mercado latinoamericano, que não será comunicada para não municiar os concorrentes, mas que vale a regra de que, ao surgir uma nova oportunidade, deve ser comprovado o potencial de rentabilidade do produto ou da tecnologia nessa região. "Se demonstrar, muito bem, faz. Se não, essa oportunidade passa e se fica à espera da seguinte", resumiu. "A questão da América Latina é: qual é a rapidez com que a situação (de crise) vai durar, para que não se percam muitas dessas oportunidades." Tavares apontou que o Brasil “não é um mercado emergente” no que diz respeito à exigência de novas tecnologias nos carros, mas poderá sofrer com a volatilidade do mercado. “Temos que ter a compreensão de que os produtos introduzidos (no país) devem ter nível de tecnologia idêntico ao mercado chinês, ao mercado europeu. O que torna as coisas mais complicadas é que é preciso que haja uma estabilidade do mercado, uma situação monetária que nos dê uma justificativa de que essa decisão faça sentido”, disse o CEO. “E aí é que está o risco da América Latina: se essas condições não forem respeitadas, obviamente os produtos que vão ser fabricados na região vão perder um pouco seu avanço, porque ninguém vai encontrar condições de investir nas novas tecnologias.” Ajustes na produção Tavares falou ainda sobre a possibilidade de ajustes na produção na América Latina, mas não anunciou nenhuma nova medida. “Obviamente, se vendemos menos, vai ter que haver um ajuste das nossas estruturas, o que é lógico para que a empresa possa sobreviver e também para proteger a grande maioria de nossos empregados”, afirmou, citando o tempo de abertura das fábricas e a quantidade de automóveis produzidos. “Se há mais automóveis do que clientes, esses carros serão vendidos por preços não aceitáveis do ponto de vista da rentabilidade ou ficam tempo demais à espera dos clientes, o que também não é bom para a qualidade dos automóveis.” Desde o início do ano, a fábrica da PSA em Porto Real (RJ) opera com um turno a menos. E um Plano de Demissão Voluntária (PDV) aberto neste ano teve a adesão de 650 trabalhadores, segundo o presidente do grupo na América Latina, Carlos Gomes, que diz não haver plano de retomada do terceiro turno por ora. Tavares reforçou que a empresa pretende se manter na região. “Nós estamos na América Latina para ficar, é um compromisso muito grande da nossa empresa.” O CEO quer produzir mais peças no Brasil e na Argentina, onde a PSA também tem fábrica, para depender menos de importação e do câmbio. “Temos interesse em que haja mais produção local.” Índice de satisfação “Espero que os países da América Latina encontrem situações para que o índice de confiança de seus consumidores volte a subir, para gerar um pouco de investimento, que nos ajudará a fazer o nosso trabalho de casa: valorizar os produtos que temos, continuar a melhorá-los, mas também comunicar aos consumidores tudo que temos de bom e que às vezes eles ignoram porque a nossa comunicação não está num bom nível”, avaliou. O executivo diz que se referiu à comunicação para os clientes sobre a qualidade de produtos e dos serviços das marcas. “Isso nos permite diferenciar nossas marcas de outras mais recentes, que têm uma rede talvez menos bem construída, com qualidade de serviços menor em relação à nossa." Ao lado dele, Carlos Gomes disse que a má fama do pós-venda da Citroën e da Peugeot, iniciada, segundo ele, na época em que as marcas eram importadas, está ficando para trás. “Uma das coisas que mais dificultam a escolha do consumidor é o chamado 'Total Cost of Ownership' (TOC), que, no Brasil é medido pelo teste do Cesvi. Os veículos da PSA, há dois, três anos, estavam mal classificados. Hoje, nas duas marcas, ou somos os primeiros ou estamos no top 3. Essa apreciação (do consumidor) vai mudar." O TOC contempla gastos que o proprietário tem com manutenção do carro. Gomes disse que atualmente Citroën e Peugeot possuem cerca de 150 pontos no país, cada uma, “o que cobre perfeitamente o Brasil’. E lembrou que o trabalho de melhoria do pós-venda, iniciado há cerca de dois anos, ainda não está acabado. “Mas este ano a Citroen ficou no top 3 do ranking (da consultoria) JD Power em termos de satisfação no Brasil, o que é uma primeira notícia interessante desse trabalho que está sendo feito." Fonte: Autoesporte
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