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Fillfarnum

Ajuda A Desfazer Um Negócio

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A novela terminou! Bom que deu tudo certo!

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Amém ... deu tudo certo com seu carro.. muito bom !

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Gracas a Deus, a novela terminou...

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Boa!!! Que bom que deu tudo certo!

 

 

Enviado do meu iPhone usando o Tapatalk

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Aí sim!!!

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Aee Fill que bom tudo se resolveu, :confianteup:

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No final das contas morri em 1,323 dilmas mas parte desse dinheiro foi gasto no carro, foram pneus novos na frente, alinhento, balanciamento, cambagem, o carpete da mala...e o ipva

 

 

Nas minhas contas foram perdidos 300 reais deinstalacao e desinstalacao de som dos dois carros e os recibos que precisei refazer....

 

Agora a pergunta que nao quer calar depois desse rolo seria bom eu me desfazer do carro?

 

A chave reserva esta com ele ainda e o alarme parou de funcionar tenho medo dele tentar fazer alguma maldade com o carro ja que ele passa aaipr parte do tempp na rua e ele sabe onde...

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Troca o segredo e o alarme

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agora ve se aprende e antes de fazer um negocio leva o carro no seu mecanico

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Aprendi do pior jeito...

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ae fill, tenho um marea lacrado pra negociar nesse corsa, te interessa? eh pegar e andar :coolface2:

 

 

 

 

 

 

ardar e andar e andar a pé pq dirigir que eh bom vai ser difícil kkkkkkkkkkkkkk

fica mais esperto agora, e naum soh pra comprar carro. eh pra tudo... tem muito espertalhao por ae...

abraço e nao deh bobeira, troca logo o segredo da chave desse carro pra naum se encomodar mais...

valeu

 

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Ae, finalmente! :D

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Tá, mas e aí, como foi a negociação?

 

Vc disse que a patroa ajudou?

 

E o maluco, como ele ficou, reclamou, etc...

 

DETALHES, eu QUERO DETALHES, kkkkkkkkkkkkkk

 

 

Abraço.

Ah, caso vc não queira o Marea do Gabriel, tenta um Tipo ou Tempra, :coolface:

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Entao galera a patroa sim que me ajudou, ja estava sem paciencia para desenrolar com ele e entao ela entrou na historia

 

Como a gente tem uma filha pequena ela usou isso pra de certa forma amolecer ele

 

Ai ele ja comecou a falar que destrocaria mas pois varios fatores pra gente desistir de destrocar, disse que com o dinheiro que a gente teria que devolver pra ele a gente faria tudo que tem pra fazer no 306

 

Fez eu gastar com despachante me cobrou 300 dilmas de instalacao e desinstalacao de som...

 

Mas o importante e que peguei o carro de volta, depois eu penso se vou de marea ou tempra rsrsrs

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nao li o tópico inteiro, nao sei se ja foi dito, mas vamos la

vi que conseguiu o carro de voltar, mas fica o alerta pra galera nao cair nessa bobeira:

de acordo com o código civil a transferencia de propriedade dos bens móveis (carro, p exemplo) opera-se com a transmissão (entrega) do bem.

nesse casso nao tem jeito

o que pode fazer é alegar é vicio rebiditório,

da uma olhada nessa noticia que vi no site do STJ,

tenho que sair para buscar a patroa entao nao terei tempo de resumir o conteudo do texto, entao, lá va

 

fonte http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=105287i

Vício redibitório e CDC, os vários caminhos para desfazer um mau negócio
Muitas pessoas já depararam com a seguinte situação: adquiriram um bem por meio de contrato, por exemplo, um contrato de compra e venda, e depois de algum tempo descobriram que o objeto desse contrato possuía defeito ou vício – oculto no momento da compra – que o tornou impróprio para uso ou diminuiu-lhe o valor. Casos de vícios em imóveis ou em automóveis são bastante recorrentes.

Para regular tal situação, o Código Civil (CC) prevê a redibição (daí o termo vício redibitório), que é a anulação judicial do contrato ou o abatimento no seu preço. Os casos de vício redibitório são caracterizados quando um bem adquirido tem seu uso comprometido por um defeito oculto, de tal forma que, se fosse conhecido anteriormente por quem o adquiriu, o negócio não teria sido realizado.

Além da anulação do contrato, o CC prevê no artigo 443 a indenização por perdas e danos. Se o vício já era conhecido por quem transferiu a posse do bem, o valor recebido deverá ser restituído, acrescido de perdas e danos; caso contrário, a restituição alcançará apenas o valor recebido mais as despesas do contrato.

De caráter bem mais abrangente, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) representou grande evolução para as relações de consumo e ampliou o leque de possibilidades para a solução de problemas, incluindo os casos de vícios redibitórios. A lei de proteção ao consumidor preza “pela garantia dos produtos e serviços com padrões adequados de qualidade, segurança, durabilidade e desempenho”, conforme prevê o artigo 4º, inciso II, alínea d.

Desde 1990, quando foi promulgado o CDC, o instituto do vício redibitório perdeu espaço na proteção dos direitos do consumidor. O código consumerista impõe responsabilidade ampla ao fornecedor diante de defeitos do produto ou do serviço, independentemente das condições que a lei exige para o reconhecimento do vício redibitório – como, por exemplo, a existência de contrato ou o fato de o vício ser oculto e anterior ao fechamento do negócio.

No entanto, o instituto do vício redibitório continua relevante nas situações não cobertas pelo CDC, como são as transações entre empresas (desde que não atendam às exigências do código para caracterizar relação de consumo) e muitos negócios praticados entre pessoas físicas.

Em diversos julgamentos, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem interpretado as disposições do CC e do CDC no que diz respeito aos vícios redibitórios. Acompanhe alguns pronunciamentos do Tribunal acerca do assunto.

Vício redibitório x vício de consentimento

A Terceira Turma do STJ, ao julgar o REsp 991.317, estabeleceu a distinção entre vício redibitório e vício de consentimento, advindo de erro substancial. Para a ministra Nancy Andrighi, relatora do recurso, o tema é delicado e propício a confusões, principalmente pela existência de teorias que tentam explicar a responsabilidade pelos vícios redibitórios sustentando que derivam da própria ignorância de quem adquiriu o produto.

Naquele processo, foi adquirido um lote de sapatos para revenda. Os primeiros seis pares vendidos apresentaram defeito (quebra do salto) e foram devolvidos pelos consumidores. Diante disso, a venda dos outros pares foi suspensa para devolução de todo o lote, o que foi recusado pela empresa fabricante.

Em segunda instância, a hipótese foi considerada erro substancial. Segundo acórdão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a razão exclusiva do consentimento do comprador do lote de sapatos era “a certeza de que as mercadorias adquiridas possuíam boa qualidade, cuja inexistência justifica a anulação da avença”.

Entretanto, no entendimento da ministra Nancy Andrighi, quem adquiriu o lote de sapatos não incorreu em erro substancial, pois recebeu exatamente aquilo que pretendia comprar. A relatora entendeu que “os sapatos apenas tinham defeito oculto nos saltos, que os tornou impróprios para o uso”.

“No vício redibitório o contrato é firmado tendo em vista um objeto com atributos que, de uma forma geral, todos confiam que ele contenha. Mas, contrariando a expectativa normal, a coisa apresenta um vício oculto a ela peculiar, uma característica defeituosa incomum às demais de sua espécie”, disse a ministra.

Segundo ela, os vícios redibitórios não são relacionados à percepção inicial do agente, mas à presença de uma disfunção econômica ou de utilidade no objeto do negócio. “O erro substancial alcança a vontade do contratante, operando subjetivamente em sua esfera mental”, sustentou.

Prazo para reclamar

Em relação aos vícios ocultos, o CDC dispõe no artigo 26, parágrafo 3º, que o prazo para que o consumidor reclame inicia-se no momento em que ficar evidenciado o defeito.

No julgamento do REsp 1.123.004, o ministro Mauro Campbell entendeu que, caracterizado vício oculto, o prazo decadencial inicia a partir da data em que o defeito for evidenciado, ainda que haja uma garantia contratual. Contudo, não se pode abandonar o critério da vida útil do bem durável, para que o fornecedor não fique responsável por solucionar o vício eternamente.

Diante disso, o ministro reformou decisão que considerou afastada a responsabilidade do fornecedor do produto, nos casos em que o defeito for detectado após o término do prazo de garantia legal ou contratual.

No REsp 1.171.635, o desembargador convocado Vasco Della Giustina, da Terceira Turma, concluiu que a inércia do consumidor em proceder à reclamação dentro do prazo de caducidade autoriza a extinção do processo com resolução do mérito, conforme orienta o artigo 269, inciso IV, do Código de Processo Civil (CPC).

O consumidor adquiriu dois triciclos e, menos de um mês depois, descobriu certo problema no seu funcionamento. Depois de idas e vindas buscando uma solução, passados seis meses, registrou reclamação no Procon. Somente após mais de um ano, o consumidor intentou ação judicial.

“Esta Corte Superior já se manifestou pela inexistência de ilegalidade, quando o inconformismo do consumidor ocorre em data superior ao prazo de decadência”, afirmou o relator.

Quem responde?

No julgamento do REsp 1.014.547, a Quarta Turma decidiu que a responsabilidade por defeito constatado em automóvel, adquirido por meio de financiamento bancário, é exclusiva do vendedor, pois o problema não se relaciona às atividades da instituição financeira.

Uma consumidora adquiriu uma Kombi usada, que apresentou defeitos antes do término da garantia – 90 dias. O automóvel havia sido adquirido por meio de uma entrada, paga diretamente à revendedora, e o restante financiado pelo Banco Itaú.

A consumidora ingressou em juízo e, em primeira instância, obteve a rescisão do contrato de compra e venda, bem como do financiamento firmado com o banco. Ambos foram condenados solidariamente a restituírem os valores das parcelas pagas e, além disso, a revendedora foi condenada a indenizar a autora por danos morais. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF) manteve a sentença.

Inconformado, o Banco Itaú recorreu ao STJ e apontou violação dos artigos 14 e 18 do CDC. Sustentou que o contrato de financiamento seria distinto do de compra e venda do veículo, firmado com a empresa revendedora. Sendo assim, os defeitos seriam referentes ao veículo e isso não importaria nenhum vício no contrato de financiamento.

Segundo o ministro João Otávio de Noronha, a instituição financeira não pode ser tida por fornecedora do bem que lhe foi ofertado como garantia de financiamento. O ministro explicou que as disposições do CDC incidem sobre a instituição bancária apenas na parte referente aos serviços que presta, ou seja, à sua atividade financeira.

Para ele, a consumidora formalizou dois contratos distintos. “Em relação ao contrato de compra e venda do veículo e o mútuo com a instituição financeira, inexiste, portanto, acessoriedade, de sorte que um dos contratos não vincula o outro nem depende do outro”, sustentou.

Imóveis

Já em relação a defeitos existentes em imóvel financiado pela Caixa Econômica Federal (CEF), a Quarta Turma decidiu, ao julgar o REsp 738.071, que a instituição financeira era parte legítima para responder, juntamente com a construtora, por vícios na construção do imóvel cuja obra foi por ela financiada com recursos do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

A CEF recorreu ao STJ argumentando que não teria responsabilidade solidária pelos vícios de construção existentes no imóvel, localizado no Conjunto Habitacional Ângelo Guolo, em Cocal do Sul (SC), destinado a moradores de baixa renda.

O ministro Luis Felipe Salomão, relator do recurso especial, explicou que a legitimidade passiva da instituição financeira não decorreria simplesmente do fato de haver financiado a obra, mas de ter provido o empreendimento, elaborado o projeto com todas as especificações, escolhido a construtora e de ter negociado diretamente, dentro do programa de habitação popular.

Segundo entendimento majoritário da Quarta Turma nesse julgamento, a responsabilidade da CEF em casos que envolvem vícios de construção em imóveis financiados por ela deve ser analisada caso a caso, a partir da regulamentação aplicável a cada tipo de financiamento e das obrigações assumidas pelas partes envolvidas.
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obrigado sandersoares pela ajuda mas consegui recuperar o carro

 

 

 

Enviado de meu GT-S5360B usando o Tapatalk 2

 

 

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Muito bom Sandersoares, aproveitando a discussão, comprei um refrigerador eletrolux Forst Free, e exatos 1 ano e 2 dias depois, portanto 2 dias após vencer a garantia, ele começou a dar defeito. O congelador opera normalmente, mas a parte de baixo não gela! Tentei duas autorizadas e nada foi resolvido. Pesquisando na Internet, me deparei com milhares de reclamações iguais às minhas. Hoje em dia ela funciona quando quer, tem dias que gela que é uma beleza , e tem dias que não. Será que poderia entrar com uma ação alegando vício redibitório?

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Acredito que se conseguir provar que a geladeira foi bem utilizada e que o problema foi causado por má fabricação quem sabe.

E se utilizar do argumento que passou 2 dias apenas da garantia.

Mas após garantia complica.

Tudo depende da argumentação do advogado e do bom senso do juiz.

 

Galaxy SIII

 

 

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Que bom que vc recuperou seu carro, amigo. Foi uma novela mesmo.

Quando fazemos algum tipo de negócio temos que ser cautelosos. Ter um carro com os documentos no nome de outra pessoa também é bastante arriscado, mesmo que o ex-proprietários seja um conhecido ou amigo. Nunca se sabe o que pode acontecer numa situação dessas, às vezes o terceiro pode até envolver o bem como garantia de pagamento e perdê-lo mesmo sem ter a posse real. Aí até você provar que o bem é seu, de fato e de direito, o mesmo já pode ter sido leiloado ou até desaparecido.

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